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Lauro de Freitas sem Correios, no Centro

Ray Casales
Escrito por Ray Casales

“Vítimas da Sociedade” causam mais prejuízos e transtornos, após arrombamento à agência dos correios, em Lauro de Freitas!”

Após arrombamento à agência dos Correios, no Centro de Lauro de Freitas, em data não divulgada, a empresa avalia ainda a possibilidade de reativar, ou não, o posto de atendimento. Segundo informações, obtidas de fontes seguras, há a possibilidade de os Correios e Telégrafos desativarem, definitivamente, esta agência, em virtude das caixas postais receberem encomendas diversas, inclusive eletrônicos, e, num dos assaltos ocorridos, na mesma, os meliantes ficaram vezeiros, por saberem que ali guardava-se grande quantidade de aparelhos, muitos deles celulares, que têm fácil absorção pelo “mercado informal”, devido ao baixo preço.

Encomendas estão sendo enviadas para esta agência, que seguem para a de Itinga, de onde, ao invés de seguir para o destinatário, são enviadas para a agência Paulo VI, Pituba, em Salvador, onde seu destinatário tem que ir retirar, caso queira receber sua encomenda.

Se o destinatário tem, ou não, condições de se deslocar de Lauro de Freitas para Salvador, não é problema deles, afinal, não passamos de cidadãos cada vez mais prejudicados, em virtude da inércia do poder público, ante este caos que se instalou no país, poder este que falha na segurança, como é de praxe, pois sabe o que e como fazer, mas não, sobra para o cidadão, que mesmo pagando os salários desses, sofrem com a ineficácia, e por que não dizer, ausência de  serviços que lhes são essenciais, como se já não bastassem saúde, educação.

É assombroso constatar que, cada vez mais, a marginalidade domina, e que quem deveria adotar providências enérgicas, cruza os braços ante tanto desmando. É desolador, termos que nos adaptar as circunstâncias impostas pela marginalidade e pelo descaso do poder público. É revoltante saber que neste país, neste estado, temos que nos curvar ante à marginalidade que o próprio poder público fomenta e ainda ter que ouvir que eles, os marginais, são “vítimas da sociedade”.

E nós, somos o que? Algozes? Ou meros fantoches, pagantes, alimentadores de uma máquina que funciona, sim, mas tão somente para as engrenagens internas, visto que é uma máquina que não produz benesses para a sociedade que a alimenta.


Da Redação

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