Tomé de Souza

Entre 1527 e 1532, serviu em Arzila (Marrocos), sob as ordens de D. João Coutinho.

Em 1535 esteve na Índia, na armada do capitão-mor Fernão Peres de Andrade.

Em 1548 foi nomeado governador-geral do Brasil.

Munido de detalhado Regimento e da carta-régia de nomeação, partiu do Tejo com seis naus, levando 1500 homens, entre colonos, degredados, funcionários, artífices e engenheiros.

Acompanharam-no seis jesuítas, liderados pelo padre Manuel da Nóbrega.

A esquadra avistou a Bahia em 27 de março de 1549 e dois dias depois Tomé de Sousa desembarcava na antiga Vila do Pereira.

Bem recebido, por Diogo Álvares Correia, o Caramuru, fundou, com a ajuda de índios, a cidade de São Salvador que deveria ser o centro político-administrativo da Colônia.

Quatro meses depois, a nova cidade contava mais de cem casas.

Em seu governo, Tomé de Sousa fez com que fosse trazido gado das ilhas de Cabo Verde, reforçou a segurança na costa brasileira, distribuiu sesmarias para facilitar a ocupação da terra e visitou, em 1552, as capitanias do sul.

Partiu do Brasil no ano seguinte e, em Portugal, passou os últimos anos retirado em uma quinta.

Governo de Tomé de Sousa (1549-1553)

– escolhido por D. João III para ser o primeiro governador-geral do Brasil, chegou em 29 de março de 1549, acompanhado por mais de novecentas pessoas, entre soldados, colonos, seis jesuítas chefiados pelo Padre Manuel da Nóbrega e degredados.

Tomé de Sousa trazia ainda material para iniciar a construção da primeira cidade, além de algumas cabeças de gado.

Sua sede foi estabelecida na Bahia.

As realizações mais importantes do período foram a fundação da primeira cidade brasileira (Salvador), a criação do primeiro bispado, com D. Pero Fernandes Sardinha e o estabelecimento do primeiro Colégio do Brasil.

Nesse período houve também um grande incentivo à agricultura e a pecuária.

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