Ápio Vinagre

Mutirão de Amor

Bom Dia, a Bênção, Mukuiu.

Desembarcamos do trem mineiro do Clube da esquina e pegamos uma carona na barca do Clube do samba, para trazer um dos mais belos sambas que conheço.

Jorge Aragão, Zeca Pagodinho cantam aqui “mutirão de amor”, composta por eles e Sombrinha, na década de 90, sendo essa versão gravada em 2002.

Quantas vezes nos deixamos levar pela insensatez ou pela falta de bom senso mesmo e agredimos ao outro com gestos ou palavras? Naquele momento a nossa falta de lucidez até nos faz pensar sermos a parte certa da história ou estória (as vezes nossa mente ou alguma situação cria fatos). Ao perder a linha nunca seremos.

Se a atitude acontece num ambiente coletivo é ainda pior. Seus interlocutores estarão muito mais avaliando você, que a pessoa a quem você está destratando. Estranho né? Mas, é exatamente assim, o seu jeito de tratar o outro retrata muito de você, não do outro.

Que tenhamos a capacidade de nos percebermos como seres humanos, integrantes de uma mesma viagem e que sempre privilegiemos o trato gentil e respeitoso, mesmo que eventualmente para divergir ou demonstrar insatisfação com a posição do outro.

Que os ventos de Bamburucema soprem sabedoria e que a justiça de Nzazi esteja sempre ao nosso lado, na medida do nosso merecimento.

Ótima quarta a todos (as)!

“… Cada um de nós deve saber se impor
E até lutar em prol do bem-estar geral
Afastar da mente todo mal pensar
Saber se respeitar
Se unir pra se encontrar
Por isso, vim propor
Um mutirão de amor
Pra que as barreira se desfaçam na poeira
E seja o fim
O fim do mal pela raiz
Nascendo o bem que eu sempre quis
É o que convém pra gente ser feliz
Cantar sempre que for possível
Não ligar para os malvados
Perdoar os pecados
Saber que nem tudo é perdido
Se manter respeitado
Pra poder ser amado…”

Descrevendo a imagem para pessoas com deficiência visual e/ou com baixa visão:

Card na cor preta no qual se lê em letras brancas o seguinte texto, atribuído a Ann Petry :

“… As pessoas são diferentes, meu amor. Elas são muito diferentes. Algumas conseguem suportar coisas que outras não conseguem. Não é possível prever o quanto cada um consegue suportar…”

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