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Ápio Vinagre

Povo de Axé

Boa tarde, a Bênção, Mukuiu.

A mensagem de hoje não poderia deixar de, dialogando sobre o carnaval da Bahia, trazer o furacão da alegria de Portão, Lauro de Freitas, o Bloco Afro Bankoma.

Nascido dentro do Terreiro São Jorge Filho da Goméia, o Bankoma, como diz bem Mameto Kamurici (Mãe Lúcia), Presidente da Associação mantenedora do Bankoma e líder espiritual do Terreiro:

é uma missão, um conceito, é uma forma diferente de bloco afro, por que ele nasce dentro de um terreiro de candomblé, pra levar a linguagem do candomblé, das religiões de matriz africana, sem ofender… nós fazemos músicas falando dos Nkisses, dos orixás, mas, não levamos nossa música sagrada…

O Bankoma foi fundado no ano de 2000, no bairro de Portão, Lauro de Freitas. Surgiu a partir dos projetos sociais desenvolvidos pelo Terreiro São Jorge Filho da Goméia. Seu nome, de origem Bantu significa “povo em festa”.

Uma das principais características do Bankoma é a de levar a cultura praticada nos terreiros de Candomblé, sem externalizar os seus rituais e cantos sagrados, mas, sem deixar de levar ao debate do público a importância do respeito à pluralidade religiosa de um país como o Brasil, do combate à intolerância religiosa.

Nesses 19 anos de carnaval, o Bankoma se traduz hoje como um dos momentos mais belos do carnaval de Salvador e de Lauro de Freitas, onde faz desfile na última noite do carnaval local e faz o seu tradicional arrastão da alegria pelas ruas de Portão, bairro onde nasceu e se organiza.

A música “Povo de Axé”, composição de Taata Kasutemi “Raimundo das Neves”, transformou-se em sucesso do Bankoma, desde a sua primeira apresentação até os dias de hoje, seja no carnaval ou nas apresentações da banda nos encontros Mauanda ou em outras atividades.

Neste carnaval, o bloco levará o tema “Katende Mukua-Xi Unsaba – O Habitante Das Folhas”. Replico a mensagem de Mameto Kamurici:

Que ele habite também nos nossos corações, no coração de todos da família Goméia – Bankoma e de todos os nossos foliões, para que nossa voz seja ouvida nos quatro cantos do mundo, que somos de candomblé. Ngunzo a todos!

Caso não consiga mandar mensagens por esses dias, peço que relevem. Retornarei após a folia momesca.

Que Gongombira nos abençoe e proteja de forma plena, hoje e sempre.

Ao quinta feira. Ótimo carnaval!

“… O povo de candomblé quando se junta
Uma milonga gostosa me faz ouvir

Não é de dor é só de amor
Não é de dor é sé de amor

Pela nação, pela devoção
Pela obrigação à religião

Pela nação, pela devoção
Pela obrigação à religião

Sou afro Bankoma sou povo de axé
Matriz africana, sou de candomblé

Sou afro Bankoma sou povo de axé
Matriz africana, sou de candomblé

Não é de dor é só de amor
Não é de dor é só de amor

Pela nação pela devoção
Pela obrigação à religião

Não é de dor é só de amor
Não é de dor é só de amor

Pela nação pela devoção
Pela obrigação à religião…”

Descrevendo a imagem para quem pessoas com deficiência visual e/ou com baixa visão:

Card no qual se vê uma imagem multicolorida de uma pessoa em posição de reflexão, no qual se lê em letras verdes o seguinte texto:

“… Abençoado seja aquele que protege o meu corpo e a minha alma, da mesma forma que protege todos os mistérios das matas… Sou descendente de Pai Odé! Okê Arô!…”

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APIO VINAGRE NASCIMENTO

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