Ápio Vinagre

The man who sold the World

Bom dia, a Bênção, Mukuiu.

Se estivesse vivo, Kurt Cobain completaria 52 anos hoje. Criador, líder, guitarrista e vocalista da banda Nirvana, Cobain foi encontrado morto em abril de 1994, aos 27 anos. A definição sobre a condição com o ocorreu a sua morte é controversa, havendo algumas versões que defendem a teoria de homicídio, mas a tese do atentado contra a própria vida (suicidio) é o que foi apontado pelo laudo oficial.

David Bowie escreveu e gravou “The man who sold the World” no ano de 1970. No ano de 1993 a música foi resgatada por Kurt e Nirvana que a inseriram em seu famoso álbum “Unplugged”, obtendo bastante sucesso e sendo, inclusive, lançada como single. Bowie já comentou com bastante humor sobre alguns fãs mais jovens que foram lhe parabenizar pelo show e pela “ótima versão da canção do Nirvana”. Ele disse ter pensado em silêncio “Fuck you, you little tossers!” (dispensa tradução).

Sempre que viajo nas canções de Kurt, Joplin, Elis, Cazuza, Renato, Amy, Noel, enfim tantos talentos que se foram tão jovens, me pego pensando sobre como teria sido se eles fossem longevos fisicamente. Se teríamos tantas obras primas além das que seguem como seus maravilhosos legados.

O diálogo imaginário de Bowie com o homem que vendeu o mundo certamente tem leituras diversas a cada análise feita sobre a sua composição.

Quais têm sido os nossos diálogos cotidianos? Os físicos e os espirituais? Como temos interagido com o universo a nossa volta? A quantas andam os nossos valores? O que temos valorizado na nossa caminhada?

Crescer profissionalmente ou politicamente não pode ser algo que valha qualquer preço a ser pago. É preciso saber quando um passo a mais te leva à subida de um degrau na escada da vida ou ao precipício cavado a sua frente, muitas vezes por seus próprios pés, mãos ou atitudes.

Que consigamos refletir sobre o que vale ou não na caminhada da vida. E que haja sempre muita sabedoria e habilidade para lidar com as armadilhas sedutoras das benesses que certamente se nos oferecerão a cada esquina da jornada.

Vender o mundo as vezes pode significar vender a própria alma, já que ela é o nosso mundo personalíssimo. Não vale a pena! Por nada, por ninguém! Pensemos nisso!!!

Que Bamburucema sopre ventos de prosperidade e de perseverança sobre nós. Que Nzazi nos proteja e nos conceda justiça em todas as nossas demandas.

Boa quarta.

“… Nós passamos pela escada
Falamos do que foi e quando
Embora eu não estivesse lá
Ele disse que eu era seu amigo

O que veio como uma surpresa
Eu falei dentro dos olhos dele
Achei que você tinha morrido sozinho
Há muito, muito tempo

Oh, não, eu não
Nós nunca perdemos o controle
Você está cara a cara
Com o homem que vendeu o mundo

Eu ri e apertei sua mão
E fiz meu caminho de volta pra casa
Eu procurei um jeito e lugar
Por anos e anos vaguei

Eu encarei com um olhar vazio
Milhões de montanhas
Eu devia ter morrido sozinho
Há muito, muito tempo

Quem sabe? Eu não
Eu nunca perdi o controle
Você está cara a cara
Com o homem que vendeu o mundo

Quem sabe? Eu não
Nós nunca perdemos o controle
Você está cara a cara
Com o homem que vendeu o mundo…”

Descrevendo a imagem para pessoas com deficiência visual e/ou com baixa visão:

Card em cor preta, onde se lê em letras brancas e caixa alta o seguinte texto, atribuído a Mônicka Christi:

“… JUVENTUDE NÃO É UMA DETERMINAÇÃO CRONOLÓGICA, MAS UM ESTADO PROATIVO DO ESPÍRITO DISPOSTO A APRENDER SEMPRE E SE TRANSFORMAR CONSTANTEMENTE…”

Achei esse texto sobre a composição de Bowie. Partilho com vocês.

https://www.google.com/amp/s/jornadadoremifa.wordpress.com/2012/05/05/cancoes-notaveis-the-man-who-sold-the-world-david-bowie-1970/amp/

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