Santa Catarina é pioneira no Brasil na implantação de equipes de Proteção Social Especial em municípios de pequeno porte.
Em cidades com menos de 20 mil habitantes e que não contam com Creas, o Governo do Estado paga os profissionais para atender a população.
Psicólogos e assistentes sociais atuam tanto em consultórios quanto em domicílio, em apoio às vítimas de abusos físicos, psicológicos, sexuais ou abandono.
A iniciativa inédita conta com investimento de R$ 20 milhões e já atende 144 municípios.
É o caso de Imaruí, no Sul do estado, que agora conta com uma psicóloga para o atendimento domiciliar de diversas famílias.
A secretária municipal de Assistência Social, Ludmilla Clezar, destaca como a medida ajuda a ampliar o atendimento na cidade.
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Para a psicóloga Fairuz Outemane, a presença de mais uma pessoa na equipe ajuda os profissionais a lidar com a alta demanda.
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A assistente social da Secretaria, Renata Cyrillo Mota, reforça a importância da medida para melhorar a qualidade dos atendimentos.
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A legislação orienta que apenas municípios de mais de 20 mil habitantes tenham um Creas, local especializado que atende mulheres, idosos e crianças que foram vítimas de violência.
Em Santa Catarina, 162 cidades não têm essa população, mas precisam disponibilizar o serviço em casos de violação de direitos.
Repórter: Eduardo Melo